Texto extraído do Blog Zen Habits, de Leo Babauta e com ligeiras adptações Uma das maiores fontes da infelicidade, segundo minha experiência, é a dificuldade em aceitar as coisas como elas são, sem julgar e sem desejar o contrário quando não estamos de acordo. Decidimos que não gostamos e pronto, julgamos como ruim ao invés de entender que não se trata de ser bom ou ser ruim. Trata-se apenas de ser.
Você pode aceitar as coisas como elas realmente são, sem julgamentos que levam a extremos de felicidade ou tristeza. Procure entender e aceitar: o que é, é como deveria ser. Isso pode ser aplicado em tudo: nas relações pessoais, nas relações de trabalho, no comportamento dos políticos ou em relação às más notícias que preenchem a mídia. Quando você passa a aceitar os fatos como são, sem julgamentos ou ressentimentos, você está dando um passo para criar sua própria paz interior. Você não se pegará mais dizendo 'isso é uma merda, aquilo é um saco'.
Aceitar significa não poder mudar o estado das coisas? Não. As coisas continuarão mudando, não porque você não consegue aceitá-las como são e se esforça ao extremo para mudá-las quando não atendem sua vontade; elas mudarão porque você será capaz de desfrutar do processo de mudar, aprendendo e evoluindo ao mesmo tempo.
Aceitar e entender. Os resultados virão por si mesmos.
“Sinta-se feliz com o que você tem, alegre-se pela forma como as coisas são. É quando você percebe que nada falta, que nada está fora do lugar, que o mundo lhe pertence.”
Lao Tzu