
20 de março de 2010
Escrúpulo? Só se for no Aurélio...

14 de março de 2010
Quem quer ser um bilionário?

11 de março de 2010
10 de março de 2010
Sunday Morning

4 de março de 2010
Albertinho, sou teu fã, cara...
Já escrevi sobre Einstein em fevereiro do ano passado ('Einstein', siga o link). Enalteci não apenas a genialidade do físico e sua contribuição para a humanidade, mas aspectos outros demonstrados em sensíveis considerações que bem se adaptariam à visão de um poeta, pintor ou músico (que declarou ele que teria sido, caso não tivesse optado pela ciência).Pois bem, Albertinho nos brinda aqui com mais uma de suas pérolas. Se o frio é a ausência de calor e a escuridão a ausência de luz, intui ele, o mal é a ausência de amor. Tratemos pois do amor enquanto concepção universal, não o amor restrito que aprendemos a distribuir apenas àqueles que nos cercam, familiares e amigos. Não instituí-lo em larga escala é lidar, depois de ultrapassado um certo ponto, com lacunas que criam abismos sem volta. A mera questão da distribuição de riquezas, lembrando que é o planeta que coloca à nossa disposição, evidencia de maneira absoluta e cruel o tratamento que damos aos 'nossos' e aos 'outros'. É torturante pensar em um país que possui toneladas de grãos em estoque enquanto outro, provavelmente encravado no continente africano, vê sua população dizimada pela fome. Que espécie de amor é esse que atende a uma pequena minoria da raça? Que espécie de amor é esse que privilegia uns e outros, mas não parece capaz de derrubar barreiras em nome da vida? Isso não é amor. Ao contrário, é a ausência dele, como Einstein postula, que cria o mal e consequentemente o desequilíbrio com o qual teremos que lidar até o fim de nossos dias.
Inexorável destino.
Pessimismo à parte, é lindo enxergar o mundo sob a ótica do eterno gênio. Click no filme e boa viagem!
28 de fevereiro de 2010
Da série pagando o preço
O senhor da foto ao lado poderia passar pelo tio engraçado que desanda a falar besteira nas festas de família ou pelo professor universitário cujas aulas tem um toque de genialidade. História da arte, filosofia, faça sua escolha. Simpático ele é, não é? Ô se é. E é, ao mesmo tempo, o maior ladrão da história, responsável pelo prejuízo de US$ 65 bilhões a investidores e condenado, no final de 2008, a 150 anos de prisão.25 de fevereiro de 2010
Heróis anônimos: Orlando Silva
Ele carrega no nome a herança do cantor das multidões (e eu, burro, esqueci de perguntar se era mesmo uma homenagem). Nascido Orlando Silva de Souza em 1968, na distante Formosa do Oeste - município paranaense de pouco mais de 7.000 habitantes, segundo o censo de 2004 - veio para São Paulo aos 4 anos de idade. Fez de tudo um pouco: trabalhou como pintor, gesseiro e garçom, profissão que que lhe rendeu um lugar de destaque, até o ano passado, no La Casserole, um dos mais tradicionais restaurantes de São Paulo.21 de fevereiro de 2010
O novo Mundo
Qualquer semelhança não é mera coincidência, sobretudo pelo fato de ter escrito sobre 'Avatar' no último post. Saltemos, pois, do futuro, 150 anos a frente, e mergulhemos no passado...15 de fevereiro de 2010
Avatar
Corre o ano de 2154 no planeta Pandora, habitado pelos Navis (e por uma série de outras criaturas que somente gênios criativos são capazes de conceber) e tomado por uma colônia humana, que pretende se apoderar da área em que os nativos vivem. O motivo? O de sempre: o homem invade territórios que não lhe pertencem para se apoderar de riquezas que não lhe pertencem. A diferença, no caso, é que a voracidade humana extrapola as fronteiras do planeta Terra.Um aninho de blog!
Fevereiro é o mês em que o 'Blog do Mensageiro' completa um aninho de vida. Esse espaço nasceu no intuito de expor as idéias que trago na obra "O último mensageiro" cujo lançamento, se tudo correr bem, será este ano. Os princípios de fé, justiça e solidariedade de Abel Antunes se espalham pelo infinito, fazendo eco para que um mundo melhor, mais equilibrado, seja realidade. Vida longa a Abel e sua trajetória!12 de fevereiro de 2010
Eu já sabia!
A frase pode ser atribuída a Norman Smith, engenheiro de som que gravou nos estúdios da EMI, entre outras coisas, Beatles e Pink Floyd (holly shit!). Smith adotou o pseudônimo de 'Hurricane Smith' para gravar 'Don´t let it die', em 1971 (na realidade, Smith queria que John Lennon fizesse os vocais, mas acabou conduzindo o hit por conta própria. Fico imaginando a voz rasgada de Lennon no refrão, um efeito avassalador). 7 de fevereiro de 2010
The Zoo
