A reação foi de descrédito. 'Acho que não rolou', pensei, desiludido ao retomar meu lugar no cerimonial depois de verter a primeira dose da viscosa e amarga bebida. Talvez tenha sido melhor assim, enfrentar os meus e tantos outros fantasmas em um estado alterado de consciência pode não ter sido a melhor opção para o sábado à noite. Curiosidade e um 'q' de irresponsabilidade, procuro ser assertivo e... Não deu tempo pra mais nada! Minha mente mergulhou em um oceano de imagens e sons, ainda tentei me concentrar nos cânticos e nas pessoas a minha volta, mas nada disso foi possível. A viagem do Daime começava.26 de março de 2010
Give me ou, simplificando, Daime
A reação foi de descrédito. 'Acho que não rolou', pensei, desiludido ao retomar meu lugar no cerimonial depois de verter a primeira dose da viscosa e amarga bebida. Talvez tenha sido melhor assim, enfrentar os meus e tantos outros fantasmas em um estado alterado de consciência pode não ter sido a melhor opção para o sábado à noite. Curiosidade e um 'q' de irresponsabilidade, procuro ser assertivo e... Não deu tempo pra mais nada! Minha mente mergulhou em um oceano de imagens e sons, ainda tentei me concentrar nos cânticos e nas pessoas a minha volta, mas nada disso foi possível. A viagem do Daime começava.20 de março de 2010
Escrúpulo? Só se for no Aurélio...

14 de março de 2010
Quem quer ser um bilionário?

11 de março de 2010
10 de março de 2010
Sunday Morning

4 de março de 2010
Albertinho, sou teu fã, cara...
Já escrevi sobre Einstein em fevereiro do ano passado ('Einstein', siga o link). Enalteci não apenas a genialidade do físico e sua contribuição para a humanidade, mas aspectos outros demonstrados em sensíveis considerações que bem se adaptariam à visão de um poeta, pintor ou músico (que declarou ele que teria sido, caso não tivesse optado pela ciência).Pois bem, Albertinho nos brinda aqui com mais uma de suas pérolas. Se o frio é a ausência de calor e a escuridão a ausência de luz, intui ele, o mal é a ausência de amor. Tratemos pois do amor enquanto concepção universal, não o amor restrito que aprendemos a distribuir apenas àqueles que nos cercam, familiares e amigos. Não instituí-lo em larga escala é lidar, depois de ultrapassado um certo ponto, com lacunas que criam abismos sem volta. A mera questão da distribuição de riquezas, lembrando que é o planeta que coloca à nossa disposição, evidencia de maneira absoluta e cruel o tratamento que damos aos 'nossos' e aos 'outros'. É torturante pensar em um país que possui toneladas de grãos em estoque enquanto outro, provavelmente encravado no continente africano, vê sua população dizimada pela fome. Que espécie de amor é esse que atende a uma pequena minoria da raça? Que espécie de amor é esse que privilegia uns e outros, mas não parece capaz de derrubar barreiras em nome da vida? Isso não é amor. Ao contrário, é a ausência dele, como Einstein postula, que cria o mal e consequentemente o desequilíbrio com o qual teremos que lidar até o fim de nossos dias.
Inexorável destino.
Pessimismo à parte, é lindo enxergar o mundo sob a ótica do eterno gênio. Click no filme e boa viagem!